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Empresa ligada a Jucá é autorizada pela União a pesquisar minérios em Roraima

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Fonte: Combate Racismo Ambiental, 13/04/2014
Élissan Paula Rodrigues, Editoria de Política, Folha de Boa Vista

O Conselho de Defesa Nacional, órgão consultivo da presidente Dilma Rousseff (PT) em assuntos relacionados à soberania nacional e à defesa do Estado democrático, publicou no dia 24 de fevereiro, no Diário Oficial da União, uma autorização prévia para que uma empresa ligada ao senador Romero Jucá (PMDB) possa pesquisar minérios em Roraima.

A empresa Boa Vista Mineração Ltda, que tem como cotista Marina de Holanda Menezes Jucá Marques, filha do parlamentar, poderá pesquisar ouro e basalto em 14 áreas diferentes do Estado. São 110.540,79 hectares divididos nos municípios de Amajari, Bonfim, Boa Vista e Cantá, inclusive na faixa de fronteira do Estado. Romero Jucá é autor do projeto de lei 1610/1996, que prevê a regulamentação da mineração em terras indígenas e que ainda está sob análise do Congresso Nacional.

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“Sou financiado sim pela mineração”, admite relator de marco regulatório

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05_13_2014

Em dezembro de 2013, durante reunião de comissão, deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG) afirmou que defende os interesses do setor e o parlamentar é acusado por entidades civis por quebra de decoro. Para jurista, “ele deve ser impedido de exercer tal função”

Por Igor Carvalho
Fonte: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/05/relator-marco-da-mineracao-sou-financiado-sim-pela-mineracao/


O relator do Marco Regulatório da Mineração, o deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG), afirmou, em dezembro de 2013, que é financiado pelo setor mineral e que o defende. “Quero dizer a todos os representantes e ambientalistas que eu sou parlamentar, sou financiado sim pela mineração, legalmente”, afirmou. A fala do deputado foi dita em uma audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados (veja o vídeo no final da matéria).
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Sem provas, Polícia Federal e Governo transformam cinco Líderes Kaingang em presos políticos e criminalizam a luta pela terra

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Cimi - Conselho Indigenista Missionário, 10/05/2014.

k_s_pNesta sexta feira, 09, cinco indígenas Kaingang foram presos pela Polícia Federal, numa verdadeira emboscada, enquanto participavam de “reunião” promovida por representantes do Governo do Rio Grande do Sul e pela Fundação Nacional do Índio (Funai) no município de Faxinalzinho.

Sem elementos concretos, evidências ou provas que ligassem as lideranças indígenas a morte de dois agricultores daquele município, os Kaingang foram presos pela polícia como se fossem criminosos há muito procurados. De caráter totalmente político, esta prisão se configura como mais um triste episódio de criminalização explícita do movimento indígena por parte do Governo Federal e do estado do RS.

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Desocupação da área Yanomami é prevista para o dia 31 de maio

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4_25Mais dois fazendeiros foram retirados da Terra Indígena Yanomami, na região do Ajaraní, no município de Caracaraí, região Centro-Sul do Estado. A ação aconteceu no sábado, Dia do Índio, e foi considerada mais um passo de conquista para os povos daquela região, segundo o coordenador da Frente de Proteção Yanomami da Fundação Nacional do Índio (Funai), João Catalano.

Essa desocupação faz parte de um cronograma estipulado no início do ano passado dentro do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do Ministério Público Federal (MPF), Funai e Advocacia Geral da União (AGU). No total, 12 fazendas pertencentes a não-índios estavam dentro da reserva indígena. Após a ação de sábado, mais três fazendas serão totalmente desocupadas no dia 31 de maio.

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Expansão da rede de comunicação dos Yanomami por radiofonia

O projeto tem como meta ampliar a rede de aldeias yanomami interligadas pela comunicação via radiofonia. Atualmente fazem parte desta rede 17 comunidades localizadas na Terra Indígena Yanomami mais a sede da HAY localizada em Boa Vista. A meta deste projeto é ampliar para 87 o número de comunidades, o que corresponde a 32% do total de comunidades yanomami no Brasil (257). Leia Mais ∴