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II Encontro Binacional Yanomami e Ye´kuana do Brasil e da Venezuela

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Programação II Encontro Binacional Yanomami e Ye´kuana - Brasil e Venezuela‏ (PDF)

Data: 28/10 a 02/11/2014
Local: Lago Caracaranã, Terra Indígena Raposa Serra do Sol.
Realização: Hutukara, ISA, Wataniba e Horonami
Apoio: Fundação Rainforest Noruega (RFN), CAFOD, Embaixada Real da Noruega em Brasília.

Na próxima semana estaremos recebendo os parentes da Venezuela. Mais de 80 lideranças discutindo sobre os desafios dos povos da floresta. Komi yamakini urihi yama a noamai!!!

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Survival condena el retrato que el fotógrafo Jimmy Nelson ofrece de los pueblos indígenas

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El director de Survival International critica el último trabajo del famoso fotógrafo Jimmy Nelson.
© Jimmy Nelson/teNeues

El trabajo del famoso fotógrafo Jimmy Nelson, creador del libro de gran formato Before they pass away (Antes de que desaparezcan), ha recibido las críticas del director de Survival International, Stephen Corry, por medio de un artículo publicado hoy en El Huffington Post donde condena la imagen falsa y perjudicial que presenta de los pueblos indígenas.

Nelson explica que su reciente libro de “retratos” de personas indígenas, a la venta por 128 €, surgió motivado por el deseo de “buscar las antiguas civilizaciones (…) y documentar su pureza en lugares donde todavía existen culturas inalteradas”. Las “culturas” que encuentra supuestamente han permanecido “sin cambios durante miles de años”.

Pero Corry califica este trabajo como una fantasía del fotógrafo que guarda muy poco parecido, tanto con la apariencia que estos pueblos presentan en la actualidad, como con la que alguna vez han tenido.

En las fotografías de niñas huaroanis de Ecuador, por ejemplo, a estas se las retrata desprovistas de la ropa con la que habitualmente viste esta tribu y llevando en su lugar hojas de higuera bajo las que ocultan sus partes íntimas, algo que nunca han hecho (generaciones previas de mujeres huaoranis únicamente llevaban una cuerda alrededor de su cintura). Corry expone que Nelson no solo presenta un retrato ficticio de los pueblos indígenas, sino que además pasa por alto la violencia genocida a la que están sometidas muchas de las tribus fotografiadas; e incluso va más allá y pretende que, por el mero hecho de retratarlos, estos pueblos indígenas pueden ser “salvados” de la “inevitabilidad” de la “desaparición”.
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A pedido do MPF/RR, Justiça Federal determina indeferimento dos pedidos de exploração mineral em terras indígenas

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A Justiça Federal, atendendo a pedido de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal em Roraima (MPF/RR), determinou em recente sentença que o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) indefira todos os pedidos de registro de exploração mineral em terras indígenas do Estado de Roraima, cessando a suspensão dos requerimentos e o cancelamento de qualquer direito de preferência sobre a mineração em tais áreas.

Na ação civil pública o MPF defendeu que não há respaldo legal para o deferimento desses pedidos, uma vez que a Constituição Federal exige a regulamentação do assunto por lei e, até o momento, não existe nenhuma legislação que discipline a forma especial de exploração de atividade mineral dentro de terras indígenas. Os pedidos dependem também de autorização do Congresso Nacional específica para cada hipótese de requerimento de lavra, além de consulta prévia, livre e informada dos indígenas, com caráter resolutivo.

Conforme levantamento do MPF, em Roraima existem mais de 1.200 registros de pedido de extração mineral em área indígena, pendentes de manifestação que geraram precedência para eventual autorização de lavra por parte do DNPM, órgão do Ministério das Minas e Energia.

Direitos de Preferência - A decisão da Justiça atende uma antiga preocupação do MPF/RR e das populações indígenas do Estado, que têm sofrido com os efeitos da suspensão da análise de pedidos de lavra de produção mineral. Esta prática vinha criando um sério problema, já que os pedidos eram organizados por ordem de preferência e fomentavam expectativas de direito por parte dos requerentes.
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TheNewYork: The Voice of the Shaman

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Glenn Shepard Jr. NOVEMBER 6, 2014 ISSUE
Amazonas/Contact Press Images

Leia o artigo completo em pdf (english)



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The Falling Sky, by the Yanomami shaman Davi Kopenawa and the French anthropologist Bruce Albert, takes its title from a creation myth of the Yanomami people, who live in the border region between Brazil and Venezuela. The primordial world was crushed by the collapse of the sky, hurling its inhabitants into the underworld. The exposed “back” of the previous sky became the forest where the Yanomami emerged, and where they remain to this day; they still call the forest “the old sky.” A new sky was erected, held in place by metal foundations set deep in the ground by the demiurge Omama. Yet the new sky is under constant assault by the forces of chaos, and Yanomami shamans work tirelessly with their spirit allies, the xapiri, to avert a new apocalypse. A diaphanous third sky already lies waiting, high above, in case the current one collapses and the world once again comes to an end.

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Governo Dilma propõe empresa privada com financiamento privado para saúde indígena

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Projeto de Lei que autorizaria o Poder Executivo a criar o Serviço Social Autônomo denominado Instituto Nacional de Saúde Indígena (INSI) - PDF

A proposta de Projeto de Lei que autorizaria o Poder Executivo a criar o Serviço Social Autônomo denominado Instituto Nacional de Saúde Indígena (INSI), empresa de direito privado, guarda no seu bojo muito mais que o tema “saúde”. Dentre outros absurdos, chama a atenção o fato da possibilidade do Instituto ser financiado com recursos provenientes de “empresas”.

A questão é extremamente grave. Com o INSI, a atenção à saúde indígena poderia receber, por exemplo, financiamento privado de empresas, muitas delas multinacionais, ligadas ao agronegócio (Cargil, Bunge, Singenta, Monsanto, New Holland, Massey Ferguson, BRF, JBS-Friboi...), à mineração (Vale, Alcoa, Alunorte, CBMM, Namisa, Samarco...), empreiteiras (Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Correa, Queiroz Galvão, Grupo OAS...), à geração de energia elétrica (Suez, CPFL, General Electric, Eletrobrás, Eletronorte...), à indústria farmacêutica e cosméticos (Avon, Natura, Boehringer Ingelheim, Pfizer, Eli Lilly & Co., Novo Nordisk A/S, Novartis, Teuto, Neoquímica ...), dentre outras.

Cumpre lembrar que a proposição do INSI dá-se num contexto em que é desferido um ataque orquestrado e violento aos direitos dos povos indígenas no Brasil. Os objetivos deste ataque são, fundamentalmente, de impedir novas demarcações de terras e de invadir e explorar as terras já demarcadas, que estão na posse e sendo preservadas e usufruídas pelos povos. Como é sabido, os sujeitos políticos e econômicos promotores deste ataque aos povos e seus direitos são, exatamente, indivíduos e empresas ligadas aos interesses financeiros do agronegócio, mineração, empreiteiras, dentre outras.