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La Stampa: Salgado racconta gli Yanomami

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Il viaggio di un grande fotografo nel cuore del Brasile

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«Gli indios bisogna raccontarli e, raccontandoli, salvarli per imparare come loro a vivere armoniosamente con la natura».


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A marzo e aprile di quest’anno il grande fotografo brasiliano Sebastião Salgado, 70 anni, ha immortalato gli Yanomani, la popolazione più numerosa che vive isolata in Amazzonia: 40 mila indiani sparsi in 550 villaggi nelle foreste fra Brasile e Venezuela.

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Jucá e a sombra de Sarney‏

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Leão Serva, Folha On-Line, 30/06/2014

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Na charge da Folha de 26 de junho, Sarney anuncia que vai embora. E completa: Mas minha sombra fica . De todas as sombras do ex-presidente maranhense que encerra a carreira como senador pelo Amapá, a mais sombria é Romero Jucá, que sob seu poder se nutriu até se tornar o principal oligarca de Roraima.
Como Sarney, Jucá nasceu em um Estado mas desenvolveu carreira política em outro mais fácil de se eleger: pernambucano, está no terceiro mandato de senador por Roraima, com menos votos do que o necessário para eleger vereadores na cidade de São Paulo. Foi pela mesma facilidade que Sarney mudou seu curral eleitoral do Maranhão para o Amapá.

Jucá começou a carreira pública como funcionário da prefeitura de Recife e depois do governo do Estado sob administração de Marco Maciel, no início dos anos 1980. Após a ditadura, com Sarney presidente e Maciel ministro da Educação, foi para Brasília. Dirigiu o Projeto Rondon, ligado ao MEC. Em 1986, Maciel, na Casa Civil, o nomeou presidente da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Sua gestão foi marcada por polêmicas. Sob o argumento de racionalizar e descentralizar a gestão, inflou escritórios regionais (em Recife, sem índios, havia 400 funcionários). Defendeu a exploração de recursos naturais nas terras dos índios e autorizou contratos ilegais com madeireiras. A guisa de reduzir o garimpo ilegal, fez convênio para organizar a exploração empresarial de minérios em áreas Indígenas; mas subitamente, 20 mil garimpeiros invadiram a área dos Yanomami, em Roraima. Em Jucá, como no Fado Tropical de Chico Buarque, é grande a distância entre intenção e gesto.

Quando o Tribunal de Contas da União pediu intervenção na FUNAI, em 1988, Sarney o nomeou governador de Roraima (ainda território federal). O número de garimpeiros passou a 40 mil. Milhares de índios morreram por epidemias levadas pelos não-índios, a tragédia chamou atenção da imprensa internacional e o presidente Collor mandou tirá-los a força. Hoje são cerca de 1,5 mil.
Em 1994, elegeu-se senador e desde então foca as articulações de bastidores. Mas segue atento aos minérios das terras Indígenas. Atualmente está em análise o Projeto de Lei 1610/96 de sua autoria para regulamentar a atividade de exploração mineral nessas áreas. Enquanto a matéria avança no Congresso, uma empresa mineradora foi registrada em Roraima em nome de sua filha.

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íntegra da Carta de Coimbra (Colóquio “Território, Interculturalidade e Bem-Viver)

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CARTA DE COIMBRA

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Nós, delegação de lideranças da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB, de organizações regionais e de base do movimento indígena Brasileiro, dos povos guajajara, terena, tukano, macuxi, yanomami e taurepang, e pesquisadores de vários países vinculados ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal, reunidos nesta cidade com o objetivo de intercambiarmos conhecimentos, saberes e experiências no contexto do Projeto Alice: Espelhos Estranhos, Lições Imprevistas e do “Colóquio Internacional Território, interculturalidade e bem viver: as lutas dos povos indígenas no Brasil”, após relatos sobre a situação dos direitos indígenas e de comunidades quilombolas, camponesas e das mulheres em países como Bolívia, Equador, Colômbia, Guatemala, México, Africa do Sul, Moçambique, Índia e o próprio Brasil, tomamos a decisão de tornarmos pública a nossa posição sobre essas realidades.


A lógica da dominação capitalista depois de séculos de colonialismo, sob a égide das empresas e corporações transnacionais e de governos subservientes, em nome do progresso e de um modelo de desenvolvimento por vezes considerado sustentável, mas que na prática é depredador, continua subjugando os povos, usurpando e violentando direitos coletivos e da mãe natureza.

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Ianomâmis: a guerra de um povo entre a vida e a morte

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O grito dos irredutíveis de Watoriki, microcosmo da maior área indígena do país, sob ameaça

por Arnaldo Bloch e Sebastião Salgado


Fonte: O GLOBO

Veja tambem: Mundo ianomâmi



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Março, 2014. Amazonas, divisa com Roraima, entre as bacias do Rio Negro e do Rio Branco. Ao entrar na casa-aldeia de Watoriki, convidados para testemunhar a festa fúnebre de reahu —, durante expedição às terras ianomâni organizada por Sebastião Salgado e acompanhada pelo GLOBO — somos saudados em coro.

— Awei napë pë kopema!

“Os brancos chegaram”, traduz o lendário Davi Kopenawa, chefe da aldeia. Mas, no vernáculo, napë é um ser incorpóreo, oposto de yanomam (ser humano). Ou, nos relatos dos anciãos “espectros calvos esbranquiçados vindos das costas do céu e subindo os rios para comer carne humana defumada como carne de macaco”.

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Expansão da rede de comunicação dos Yanomami por radiofonia

O projeto tem como meta ampliar a rede de aldeias yanomami interligadas pela comunicação via radiofonia. Atualmente fazem parte desta rede 17 comunidades localizadas na Terra Indígena Yanomami mais a sede da HAY localizada em Boa Vista. A meta deste projeto é ampliar para 87 o número de comunidades, o que corresponde a 32% do total de comunidades yanomami no Brasil (257). Leia Mais ∴