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Remote Indigenous Tribe Adopts Wi-Fi Network in Hopes of Survival

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By Matt PetronzioJul 18, 2014

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Davi Kopenawa, a shaman of the indigenous Yanomami tribe in the Brazilian Amazon, walks down a short hallway toward the computer to Skype with me. In his 50s, Kopenawa wears a white, long-sleeve crew neck tucked into khaki slacks. Several strings of small, black beads adorn his neck, and his dark hair is combed neatly across his forehead, pushed behind his ears.

He's visiting the San Francisco offices of Survival International, an indigenous rights group that has worked with the Yanomami since the 1970s — and with Kopenawa himself since the '80s. This is only the fourth time he has been to the U.S.

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Omissão do governo é a maior causa da violência contra os indígenas no Brasil

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Fonte: Assessoria de Comunicação – Cimi, 17/07/2014.
Por Patrícia Bonilha, de Brasília (DF)

Os dados do relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil referentes a 2013 evidenciam que a política indigenista em curso no país é omissa no que tange ao cumprimento das diversas obrigações constitucionais e da efetivação dos direitos indígenas. A total paralisação dos processos de demarcação de terras indígenas, os altos índices de mortalidade infantil, suicídio, assassinato, racismo e de desassistência nas áreas de saúde e educação indicam uma atitude de extremo descaso do governo em relação às populações indígenas.

Na publicação, organizada pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a falta de empenho e vontade política na proteção e promoção dos direitos desses povos fica evidente também em uma análise dos dados do Orçamento Geral da União de 2013.

Um dos mais explícitos indícios da omissão governamental foi a total paralisação das demarcações de terras indígenas no ano passado, que teve um reflexo direto no acirramento dos conflitos nas aldeias em todo o país. Apesar de uma homologação ter sido assinada, nenhum procedimento demarcatório foi concluído em 2013.

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Antología  del Pensamiento Indigenista Ecuatoriano  sobre Sumak Kawsay 

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La Stampa: Salgado racconta gli Yanomami

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Il viaggio di un grande fotografo nel cuore del Brasile

Veja o artigo e fotos em PDF (l'articolo e le foto in PDF)

«Gli indios bisogna raccontarli e, raccontandoli, salvarli per imparare come loro a vivere armoniosamente con la natura».


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A marzo e aprile di quest’anno il grande fotografo brasiliano Sebastião Salgado, 70 anni, ha immortalato gli Yanomani, la popolazione più numerosa che vive isolata in Amazzonia: 40 mila indiani sparsi in 550 villaggi nelle foreste fra Brasile e Venezuela.  

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íntegra da Carta de Coimbra (Colóquio “Território, Interculturalidade e Bem-Viver)

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CARTA DE COIMBRA

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Nós, delegação de lideranças da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB, de organizações regionais e de base do movimento indígena Brasileiro, dos povos guajajara, terena, tukano, macuxi, yanomami e taurepang, e pesquisadores de vários países vinculados ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal, reunidos nesta cidade com o objetivo de intercambiarmos conhecimentos, saberes e experiências no contexto do Projeto Alice: Espelhos Estranhos, Lições Imprevistas e do “Colóquio Internacional Território, interculturalidade e bem viver: as lutas dos povos indígenas no Brasil”, após relatos sobre a situação dos direitos indígenas e de comunidades quilombolas, camponesas e das mulheres em países como Bolívia, Equador, Colômbia, Guatemala, México, Africa do Sul, Moçambique, Índia e o próprio Brasil, tomamos a decisão de tornarmos pública a nossa posição sobre essas realidades.


A lógica da dominação capitalista depois de séculos de colonialismo, sob a égide das empresas e corporações transnacionais e de governos subservientes, em nome do progresso e de um modelo de desenvolvimento por vezes considerado sustentável, mas que na prática é depredador, continua subjugando os povos, usurpando e violentando direitos coletivos e da mãe natureza.

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Jucá e a sombra de Sarney‏

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Leão Serva, Folha On-Line, 30/06/2014

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Na charge da Folha de 26 de junho, Sarney anuncia que vai embora. E completa: Mas minha sombra fica . De todas as sombras do ex-presidente maranhense que encerra a carreira como senador pelo Amapá, a mais sombria é Romero Jucá, que sob seu poder se nutriu até se tornar o principal oligarca de Roraima.
Como Sarney, Jucá nasceu em um Estado mas desenvolveu carreira política em outro mais fácil de se eleger: pernambucano, está no terceiro mandato de senador por Roraima, com menos votos do que o necessário para eleger vereadores na cidade de São Paulo. Foi pela mesma facilidade que Sarney mudou seu curral eleitoral do Maranhão para o Amapá.

Jucá começou a carreira pública como funcionário da prefeitura de Recife e depois do governo do Estado sob administração de Marco Maciel, no início dos anos 1980. Após a ditadura, com Sarney presidente e Maciel ministro da Educação, foi para Brasília. Dirigiu o Projeto Rondon, ligado ao MEC. Em 1986, Maciel, na Casa Civil, o nomeou presidente da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Sua gestão foi marcada por polêmicas. Sob o argumento de racionalizar e descentralizar a gestão, inflou escritórios regionais (em Recife, sem índios, havia 400 funcionários). Defendeu a exploração de recursos naturais nas terras dos índios e autorizou contratos ilegais com madeireiras. A guisa de reduzir o garimpo ilegal, fez convênio para organizar a exploração empresarial de minérios em áreas Indígenas; mas subitamente, 20 mil garimpeiros invadiram a área dos Yanomami, em Roraima. Em Jucá, como no Fado Tropical de Chico Buarque, é grande a distância entre intenção e gesto.

Quando o Tribunal de Contas da União pediu intervenção na FUNAI, em 1988, Sarney o nomeou governador de Roraima (ainda território federal). O número de garimpeiros passou a 40 mil. Milhares de índios morreram por epidemias levadas pelos não-índios, a tragédia chamou atenção da imprensa internacional e o presidente Collor mandou tirá-los a força. Hoje são cerca de 1,5 mil.
Em 1994, elegeu-se senador e desde então foca as articulações de bastidores. Mas segue atento aos minérios das terras Indígenas. Atualmente está em análise o Projeto de Lei 1610/96 de sua autoria para regulamentar a atividade de exploração mineral nessas áreas. Enquanto a matéria avança no Congresso, uma empresa mineradora foi registrada em Roraima em nome de sua filha.

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Ianomâmis: a guerra de um povo entre a vida e a morte

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O grito dos irredutíveis de Watoriki, microcosmo da maior área indígena do país, sob ameaça

por Arnaldo Bloch e Sebastião Salgado


Fonte: O GLOBO

Veja tambem: Mundo ianomâmi



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Março, 2014. Amazonas, divisa com Roraima, entre as bacias do Rio Negro e do Rio Branco. Ao entrar na casa-aldeia de Watoriki, convidados para testemunhar a festa fúnebre de reahu —, durante expedição às terras ianomâni organizada por Sebastião Salgado e acompanhada pelo GLOBO — somos saudados em coro.

— Awei napë pë kopema!

“Os brancos chegaram”, traduz o lendário Davi Kopenawa, chefe da aldeia. Mas, no vernáculo, napë é um ser incorpóreo, oposto de yanomam (ser humano). Ou, nos relatos dos anciãos “espectros calvos esbranquiçados vindos das costas do céu e subindo os rios para comer carne humana defumada como carne de macaco”.

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Diocese de Roraima divulga nota sobre Mineração e Hidrelétricas em Terras Indígenas

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Em nota, a diocese de Roraima aborda a questão da prática da mineração e instalação de hidrelétricas em terras indígenas na região. De acordo com o texto, "os impactos ambientais desses grandes projetos são incalculáveis e irreversíveis, já suficientemente demonstrados por estudos científicos e pela própria experiência de projetos passados". Leia na íntegra.


“A Igreja está na Amazônia não como aqueles que têm as malas na mão, para partir depois de terem explorado tudo o que puderam”.
(Papa Francisco aos Bispos do Brasil, Rio de Janeiro, 27 de julho de 2013)
O nosso país intensificou, nos últimos anos, uma política de crescimento econômico que passa pela exploração dos recursos naturais para a exportação. Este modelo econômico não é novo e já nos legou marcas de desigualdade social e de injustiça ambiental: os benefícios ficam na mão de poucos, enquanto os impactos e prejuízos, muitos deles irreversíveis, pesam sobre as costas de comunidades indígenas, camponesas, ribeirinhas e quilombolas; repercutem ainda no inchaço de muitas de nossas cidades. Mesmo não sendo um modelo novo, estamos assistindo a sua intensificação, fazendo lembrar as políticas do mal chamado “desenvolvimento”, que o Regime Militar impulsionou na década de 1970.

Tal realidade é mais gritante na região amazônica. Dezenas de projetos de médias e grandes hidrelétricas estão barrando o curso dos rios que formam a bacia amazônica. Do Teles Pires ao rio Branco, do Madeira ao Tapajós e o Xingu, passando por outras barragens projetadas sobre rios amazônicos de países vizinhos, como Peru e Bolívia. Os impactos ambientais desses grandes projetos são incalculáveis e irreversíveis, já suficientemente demonstrados por estudos científicos e pela própria experiência de projetos passados. E os impactos sobre os territórios e a vida de tantas comunidades ribeirinhas e indígenas, considerando particularmente os povos indígenas isolados, serão gravíssimos.

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Expansão da rede de comunicação dos Yanomami por radiofonia

O projeto tem como meta ampliar a rede de aldeias yanomami interligadas pela comunicação via radiofonia. Atualmente fazem parte desta rede 17 comunidades localizadas na Terra Indígena Yanomami mais a sede da HAY localizada em Boa Vista. A meta deste projeto é ampliar para 87 o número de comunidades, o que corresponde a 32% do total de comunidades yanomami no Brasil (257). Leia Mais ∴