Davi Kopenawa

Imprimir
PDF

DAVI RECEBE TÍTULO DE HONRA AO MÉRITO RIO BRANCO DA CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA‏

Escrito por admin on .

Título Honra ao Mérito Rio Branco Davi Kopenawa


Decreto Legsl 601 Título Honra ao Mérito a Davi Kopenawa


Certificado Título Honra ao Mérito Rio Branco a Davi Kopenawa

Câmara comemora 43 anos com homenagens e premiações

Data: 28/11/2012

fonte:http://www.folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=141167

fhonnor1

Além da inauguração de mais um anexo da Câmara, solenidade contou com homenagem a lideranças indígenas
ANA KARINE OLIVEIRA

Em comemoração aos 43 anos da Câmara Municipal de Boa Vista, que faz aniversário na sexta-feira, 30, a Mesa Diretora realizou na manhã de ontem uma programação especial com a inauguração dos anexos do prédio da instituição, entrega do prêmio de Jornalismo Laucides Oliveira aos profissionais da imprensa e homenagens a líderes indígenas.

Conforme o presidente da Câmara, vereador Braz Benck (PPS), a construção e ampliação de salas administrativas têm o objetivo de atender o aumento no número de vereadores, que no próximo ano será 21, pois hoje só atende a 14 parlamentares.

“Tudo isso surgiu com um projeto de lei, através de uma emenda constitucional, tendo em vista o acréscimo na quantidade de vereadores que deverão ocupar 21 cadeiras, quando observamos a necessidade desse anexo para mais gabinetes. Foi um trabalho de todos os vereadores que concordaram em abrir mão de regalias para que assim os próximos possam ser recebidos devidamente”, disse Benck informando que o valor gasto foi em torno de R$ 1 milhão, dentro do orçamento, com cortes de algumas despesas.

Imprimir
PDF

Davi Kopenawa, “além do bem e do mal”.

Escrito por admin on .

Disponível em: http://www.folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=133430

Nietzsche no seu “Além do Bem e do Mal” dizia que o primeiro tipo humano considerado “moral”, para ele sinônimo de “bom”, foi o guerreiro. As antigas sociedades enxergavam no grande combatente o exemplo moral perfeito, já que ele protegia o seu povo e o território essencial à sobrevivência de todos.

Guerreiro é um dos termos adequados para tratar um dos roraimenses mais ilustres, refiro-me a Davi Kopenawa que neste sábado, na Orla Taumanã, será homenageado em comemoração aos 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami.
Imprimir
PDF

Revista Trip: Davi Kopenawa Yanomami Pouco conhecido em seu próprio país, ele é a mais respeitada liderança indígena brasileira

Escrito por admin on .

13.07.2012 | Texto por Lino Bocchini, de Boa Vista    

Disponível em: http://revistatrip.uol.com.br/revista/212/paginas-negras/davi-kopenawa-yanomami.html#10


Capa

Pag1 - Pag2 - Pag3 - Pag4 - Pag5 - Pag6 - Pag7 -Pag8 -Pag9 - Pag10 - Pag11 - Pag12

Pouco conhecido em seu próprio país, Davi Kopenawa Yanomami é a mais respeitada liderança indígena brasileira. Já foi premiado pela ONU, garantiu um território maior que Portugal para seu povo e tem biografia best-seller em francês. Em sua maior entrevista já publicada, fruto de dois dias de conversa, Davi fala da vida, da natureza e da falta de esperança no futuro: “Não tô triste não, eu tô revoltado”.

Difícil não sentir certa culpa conversando com Davi Kopenawa Yanomami. Durante os dois dias em que a reportagem da Trip acompanhou a rotina da principal liderança indígena brasileira, ele não aliviou em nada a barra pra nós, homens brancos, ou napë: aponta para a aliança do repórter para exemplificar como estamos acostumados com ouro, prata e outras riquezas naturais que vêm, por exemplo, do garimpo que há séculos destrói terras indígenas e mata seu povo. Não vê esperança no futuro, seja de índios ou do que chama de povo da cidade: “Ou vamos morrer queimados, ou vamos morrer afogados”. Critica todos os governantes do Brasil e do exterior, de ontem e de hoje, e acha que na Rio+20 não tiveram interesse em ouvi-lo. Não se cansa de repetir que os índios nunca foram respeitados e que brancos não entendem a importância de preservar a natureza. “Pra que vocês vão pra escola? Pra aprender a ser destruidor? Nossa consciência é outra. Terra é nossa vida, sustenta a barriga, é nossa alegria. É boa de sentir, olhar... é bom ouvir as araras cantando, as árvores mexendo, a chuva.”

Davi Kopenawa tem (estimados) 58 anos, vive na região da Serra do Demini, onde nasceu, perto da fronteira entre Amazonas e Roraima com Venezuela. Fica no hemisfério norte do globo, e lá se chega depois de duas horas de voo com um monomotor a partir de Boa Vista ou então após uma jornada de dez dias de barco da capital roraimense. Kopenawa viu de perto pai, avós, tios e praticamente toda sua família e centenas de outros “parentes” (como chama os demais Yanomami) morrerem de doenças vindas do contato com não indígenas. Parte chegou com missionários evangélicos que viveram em sua tribo por anos, e que quase o fizeram trocar as pajelanças por Jesus. Davi sobreviveu a essas epidemias e, adolescente, conseguiu libertar-se das crenças brancas e também resistir às tentações da cidade. Hoje é intérprete da Funai, pajé, chefe do posto indígena de sua região e presidente da Hutukara Associação Yanomami – “uma embaixada indígena junto ao homem branco”, explica.

Davi Kopenawa Yanomami na TV Trip

Pouco conhecido em seu próprio país, Davi Kopenawa Yanomami é a mais respeitada liderança indígena brasileira. Já foi premiado pela ONU, garantiu um território maior que Portugal para seu povo e tem biografia best-seller em francês. Em sua maior entrevista já publicada, fruto de dois dias de conversa, Davi fala da vida, da natureza e da falta de esperança no futuro: "Não tô triste não, eu tô revoltado"

Davi contra Golias

Num plano sequencia de 10 minutos, o líder yanomami Davi Kopenawa (Prémio Global,1989) relata sobre o massacre sofrido por seu povo, na aldeia de Haximu por garimpeiros em busca de ouro, em julho de 1993.
Roteiro e Direção: Aurélio Michiles
Tradução : Bruce Albert
Imprimir
PDF

Davi Kopenawa Uma crítica xamânica ao capitalismo

Escrito por admin on .

Se o “povo da mercadoria” não quiser que o céu caia sobre ele, é preciso que ajude a impedir a morte dos indígenas. O dia que o último indígena morrer, será o fim do mundo.
Entrevista realizada por Joana Moncau


Leia a entrevista completa no site:
http://desinformemonos.org/2011/10/uma-critica-xamanica-ao-capitalismo/

radiotower

Expansão da rede de comunicação dos Yanomami por radiofonia

O projeto tem como meta ampliar a rede de aldeias yanomami interligadas pela comunicação via radiofonia. Atualmente fazem parte desta rede 17 comunidades localizadas na Terra Indígena Yanomami mais a sede da HAY localizada em Boa Vista. A meta deste projeto é ampliar para 87 o número de comunidades, o que corresponde a 32% do total de comunidades yanomami no Brasil (257). Leia Mais ∴