Davi Kopenawa

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TheNewYork: The Voice of the Shaman by Glenn Shepard Jr.

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Glenn Shepard Jr. NOVEMBER 6, 2014 ISSUE
Amazonas/Contact Press Images

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newyork

The Falling Sky, by the Yanomami shaman Davi Kopenawa and the French anthropologist Bruce Albert, takes its title from a creation myth of the Yanomami people, who live in the border region between Brazil and Venezuela. The primordial world was crushed by the collapse of the sky, hurling its inhabitants into the underworld. The exposed “back” of the previous sky became the forest where the Yanomami emerged, and where they remain to this day; they still call the forest “the old sky.” A new sky was erected, held in place by metal foundations set deep in the ground by the demiurge Omama. Yet the new sky is under constant assault by the forces of chaos, and Yanomami shamans work tirelessly with their spirit allies, the xapiri, to avert a new apocalypse. A diaphanous third sky already lies waiting, high above, in case the current one collapses and the world once again comes to an end.

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Uol: Flip recebe líder yanomami e abre espaço para debates sobre os índios

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Rodrigo Casarin
Do UOL, em São Paulo
28/07/2014

flip1"Gostaria de deixar uma mensagem pro povo da cidade. Gostaria de falar um pouco sobre mim. Sou um yanomami que gosta de lutar, defender o meio ambiente. Os garimpeiros de Boa Vista ficaram com raiva de mim, estão me perseguindo e querem acabar com a luta do meu povo, com a nossa cultura tradicional. O homem da cidade gosta de matar índio, então queria dar essa mensagem para, quem ler, pensar sobre mim, falar com nosso governo para que ele não deixe acontecer de acabarem com as lideranças que lutam. Eles querem me matar porque não gostam que eu lute. Querem que deixe destruir a natureza, sujar o rio, crescer as doenças nas comunidades indígenas. Eles não gostam de índio que luta. Em 11 de junho passado, entraram na sede duas pessoas me procurando para me pegar, levar pra fora e me amarrar ou matar, mas consegui fugir e voltei para minha comunidade. Aqui eu não tenho segurança, eu mesmo me cuido, não saio na rua à noite. Sei que corro riscos".
Davi Kopenawa é uma das maiores lideranças indígenas do mundo – em sua tribo, dentro da Terra Indígena Yanomami,  uma área 96 mil quilômetros quadrados na Amazônia, já recebeu personalidades como o rei norueguês Harald 5º e o ex-jogador de futebol David Beckham. Está à frente da Hutukara Associação Yanomami, fundada justamente para defender os direitos de seu povo. Foi na sede da entidade, na capital de Roraima, que sofreu as ameaças que descreve. Provavelmente ele falará sobre isso na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que começa nesta quarta (30). Na sexta (1º), ele dividirá a mesa "Marcados" com a fotógrafa Claudia Andujar.

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Book review: Dream the forest

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By LAURA RIVAL

Review - Leia a resenha PDF

7_28_2014

 

Davi Kopenawa and Bruce Albert
THE FALLING SKY Words of a Yanomami shaman

 

 

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DAVI RECEBE TÍTULO DE HONRA AO MÉRITO RIO BRANCO DA CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA‏

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Título Honra ao Mérito Rio Branco Davi Kopenawa


Decreto Legsl 601 Título Honra ao Mérito a Davi Kopenawa


Certificado Título Honra ao Mérito Rio Branco a Davi Kopenawa

Câmara comemora 43 anos com homenagens e premiações

Data: 28/11/2012

fonte:http://www.folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=141167

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Além da inauguração de mais um anexo da Câmara, solenidade contou com homenagem a lideranças indígenas
ANA KARINE OLIVEIRA

Em comemoração aos 43 anos da Câmara Municipal de Boa Vista, que faz aniversário na sexta-feira, 30, a Mesa Diretora realizou na manhã de ontem uma programação especial com a inauguração dos anexos do prédio da instituição, entrega do prêmio de Jornalismo Laucides Oliveira aos profissionais da imprensa e homenagens a líderes indígenas.

Conforme o presidente da Câmara, vereador Braz Benck (PPS), a construção e ampliação de salas administrativas têm o objetivo de atender o aumento no número de vereadores, que no próximo ano será 21, pois hoje só atende a 14 parlamentares.

“Tudo isso surgiu com um projeto de lei, através de uma emenda constitucional, tendo em vista o acréscimo na quantidade de vereadores que deverão ocupar 21 cadeiras, quando observamos a necessidade desse anexo para mais gabinetes. Foi um trabalho de todos os vereadores que concordaram em abrir mão de regalias para que assim os próximos possam ser recebidos devidamente”, disse Benck informando que o valor gasto foi em torno de R$ 1 milhão, dentro do orçamento, com cortes de algumas despesas.

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Davi Kopenawa, “além do bem e do mal”.

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Disponível em: http://www.folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=133430

Nietzsche no seu “Além do Bem e do Mal” dizia que o primeiro tipo humano considerado “moral”, para ele sinônimo de “bom”, foi o guerreiro. As antigas sociedades enxergavam no grande combatente o exemplo moral perfeito, já que ele protegia o seu povo e o território essencial à sobrevivência de todos.

Guerreiro é um dos termos adequados para tratar um dos roraimenses mais ilustres, refiro-me a Davi Kopenawa que neste sábado, na Orla Taumanã, será homenageado em comemoração aos 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami.
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Revista Trip: Davi Kopenawa Yanomami Pouco conhecido em seu próprio país, ele é a mais respeitada liderança indígena brasileira

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13.07.2012 | Texto por Lino Bocchini, de Boa Vista    

Disponível em: http://revistatrip.uol.com.br/revista/212/paginas-negras/davi-kopenawa-yanomami.html#10


Capa

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Pouco conhecido em seu próprio país, Davi Kopenawa Yanomami é a mais respeitada liderança indígena brasileira. Já foi premiado pela ONU, garantiu um território maior que Portugal para seu povo e tem biografia best-seller em francês. Em sua maior entrevista já publicada, fruto de dois dias de conversa, Davi fala da vida, da natureza e da falta de esperança no futuro: “Não tô triste não, eu tô revoltado”.

Difícil não sentir certa culpa conversando com Davi Kopenawa Yanomami. Durante os dois dias em que a reportagem da Trip acompanhou a rotina da principal liderança indígena brasileira, ele não aliviou em nada a barra pra nós, homens brancos, ou napë: aponta para a aliança do repórter para exemplificar como estamos acostumados com ouro, prata e outras riquezas naturais que vêm, por exemplo, do garimpo que há séculos destrói terras indígenas e mata seu povo. Não vê esperança no futuro, seja de índios ou do que chama de povo da cidade: “Ou vamos morrer queimados, ou vamos morrer afogados”. Critica todos os governantes do Brasil e do exterior, de ontem e de hoje, e acha que na Rio+20 não tiveram interesse em ouvi-lo. Não se cansa de repetir que os índios nunca foram respeitados e que brancos não entendem a importância de preservar a natureza. “Pra que vocês vão pra escola? Pra aprender a ser destruidor? Nossa consciência é outra. Terra é nossa vida, sustenta a barriga, é nossa alegria. É boa de sentir, olhar... é bom ouvir as araras cantando, as árvores mexendo, a chuva.”

Davi Kopenawa tem (estimados) 58 anos, vive na região da Serra do Demini, onde nasceu, perto da fronteira entre Amazonas e Roraima com Venezuela. Fica no hemisfério norte do globo, e lá se chega depois de duas horas de voo com um monomotor a partir de Boa Vista ou então após uma jornada de dez dias de barco da capital roraimense. Kopenawa viu de perto pai, avós, tios e praticamente toda sua família e centenas de outros “parentes” (como chama os demais Yanomami) morrerem de doenças vindas do contato com não indígenas. Parte chegou com missionários evangélicos que viveram em sua tribo por anos, e que quase o fizeram trocar as pajelanças por Jesus. Davi sobreviveu a essas epidemias e, adolescente, conseguiu libertar-se das crenças brancas e também resistir às tentações da cidade. Hoje é intérprete da Funai, pajé, chefe do posto indígena de sua região e presidente da Hutukara Associação Yanomami – “uma embaixada indígena junto ao homem branco”, explica.

Davi Kopenawa Yanomami na TV Trip

Pouco conhecido em seu próprio país, Davi Kopenawa Yanomami é a mais respeitada liderança indígena brasileira. Já foi premiado pela ONU, garantiu um território maior que Portugal para seu povo e tem biografia best-seller em francês. Em sua maior entrevista já publicada, fruto de dois dias de conversa, Davi fala da vida, da natureza e da falta de esperança no futuro: "Não tô triste não, eu tô revoltado"

Davi contra Golias

Num plano sequencia de 10 minutos, o líder yanomami Davi Kopenawa (Prémio Global,1989) relata sobre o massacre sofrido por seu povo, na aldeia de Haximu por garimpeiros em busca de ouro, em julho de 1993.
Roteiro e Direção: Aurélio Michiles
Tradução : Bruce Albert
radiotower

Expansão da rede de comunicação dos Yanomami por radiofonia

O projeto tem como meta ampliar a rede de aldeias yanomami interligadas pela comunicação via radiofonia. Atualmente fazem parte desta rede 17 comunidades localizadas na Terra Indígena Yanomami mais a sede da HAY localizada em Boa Vista. A meta deste projeto é ampliar para 87 o número de comunidades, o que corresponde a 32% do total de comunidades yanomami no Brasil (257). Leia Mais ∴